quarta-feira, 11 de junho de 2014

Hey, hey meus piquenos! #se#é#que#existem#Bom é o seguinte, eu não sei se alguém 'ta constantemente a acompanhar isso aqui ou não. Enfim, em principio, irei eliminar esse blog assim que acabar a "The Perfect Chemistry". Próxima semana não publico, na semana a seguir a história termina. :)Kisses and enjoy!

Capítulo 2 – Onde?

No capítulo anterior:
 “O que ele estava prestes a fazer? Ir atrás dela?
Mas rápido amanheceu. E ela não voltou.
Foi então, que, o telemóvel tocou.”

Lensai pegou no telemóvel.
– Sim? – Disse assim que o encostou no ouvido. A sua voz, apesar de manter o seu tom frio e grave, parecia agora ter uma pequena gota de limão, uma acidez provocada por um desespero sem sentido.
– Bom dia, Senhor. Somos uma empresa de…. – O ruivo desligou a chamada e atirou o telemóvel para o chão. Passou a mão pelos fios de cabelo desgrenhados. Sabia que provavelmente estaria a dar parte fraca, ela devia ter-se perdido nalgum dos milhentos lugares turísticos de Inglaterra. Porém, vestiu o casaco de couro preto. Esqueceu então que não fumava há bastantes horas, a nicotina não parecia ser agora o que ele precisava para que deixasse de se sentir mal, mesmo que sem o saber.
Saiu de casa. Os primeiros raios de Sol eram sempre os mais incomodativos. Estacou depois de ouvir o chiar do portão.
Para que lado devia ir? E…Porque estava tão preocupado? Passou a mão grande pela cara. Não era tempo para isso. Tinha de encontrá-la.

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A morena abriu os olhos, pestanejou algumas vezes, tentando acostumar-se à luz do dia. Não se lembrava muito do dia anterior. A última recordação era passar por uma rua onde havia um beco sem saída, a parte de trás de um pub. Lembrava-se de ter visto algo grande, largo, aproximar-se dela na escuridão da noite. Parecia-lhe vagamente que depois de se aproximar, o vulto tornou-se um homem e logo vieram mais dois. Recordava ter-lhe perguntado como chegar à sua casa. O resto parecia ter sido estilhaçado em mil pedaços. Como se tivesse sido apagado.
Moveu a cabeça lentamente, soltando um pequeno gemido ao se tentar levantar, parecia que tinha sido partida em dois. Doía-lhe tudo.
– Hmmmm… – Um homem corpulento aproximou-se, lambendo os lábios. Abriu um sorriso malicioso. Dois outros se juntaram a ele. – Esta é minha.
O som completamente nojento da sua voz assustou-a.
Rya tremeu. O homem fez sinal aos outros dois para que a agarrassem. Queria gritar, a voz porém não lhe saiu. A garganta tinha secado de repente.
As mãos do homem desabotoavam a sua gabardine. Ela tremia cada vez mais. Ele puxou o rosto de boneca dela para cima.
Ele ia tirar-lhe aquela irritante pureza. Da pior maneira possível.

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Lensai corria, tinha-a descrito para uma vizinha que lhe dissera a direção que esta tomara. Mas e a seguir? Ela estava perdida, poderia ter ido para qualquer lado.
Estava frio. Poderia ter ido beber algo quente? Ou talvez tenha decidido bater com o nariz na porta de um pub. Não tinha muita certeza se ela realmente entendera o que era um, na noite da chegada dela.
Parou, tinha de pensar. Que cafés havia pela zona? Começou novamente a correr virando naquela esquina e na outra, passando por ruas estreitas e sinuosas. Entrava e saía de cafés. A resposta era sempre algo como: “Nunca a vi na minha vida.” Ou “Ela não esteve aqui.” Ou mesmo um bem indelicado “Vá-se embora”.
Voltou ao princípio. Pub’s, chegou a hora de os procurar.

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A camisa dela estava praticamente despida. Ele tentara beijá-la mas não conseguira. Passou as mãos pela barriga dela. Ela movimentou-se bruscamente, tentando soltar-se, não queria ser tocada por ele. Pequenas lágrimas escorriam pela sua face. Cuspiu na cara dele. Nunca tinha feito isso. Mas arrependeu-se imediatamente, quando ele lhe arrancou a camisa deixando-a apenas de langerie. Mesmo que gritasse, ninguém a veria, escondida entre a parede e a enorme caixa de madeira. Pensariam que seriam só alguns amigos bêbados a divertirem-se com joguinhos estúpidos. Quando ele começou a desabotoar as jeans dela, o desespero aumentou, podia ser inútil, mas soltou um grito tão alto e forte que teria acordado todos os da zona. Ouviram-se passos apressados.
– Vádia! – O homem segurou a cara dela com uma mão, apertando-a, olhou-a com nojo. – Vais ficar bem caladinha e eu prometo que sou simpático.

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O ruivo correu até ao último pub da zona. Ouviu um grito.
Viu três homens aparentemente bêbados naquele beco. Foi então que por uma milésima de segundo, perto da caixa de madeira no fundo, junto a eles, lhe pareceu ter visto um fio negro. Um negro que reconheceria em qualquer lugar. Uma raiva inundou-o, o seu corpo aquecia, devido à adrenalina que sentia. Serrou as mãos em punho. Prendeu o maxilar, franziu as sobrancelhas, os seus olhos ficaram obscuros.
– Quem são vocês seus insetos? – A voz dele saiu tão fria que parecia tê-los congelado. E ao mesmo tempo tão intimidadora como um rosnado.

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Rya sentiu um pequeno alívio ao ouvir a voz dele. Porém fechou os olhos automaticamente assim que começou a ouvir estrondos perto dela. As lágrimas tinham secado, mas tremia ainda, sentia as mãos nojentas do outro sobre ela. Sentia-se também nojenta. Apesar de ele não ter tido tempo para chegar mais longe.
Quando parou de ouvir barulhos, arrastou-se e espreitou.
Havia corpos ensanguentados. Os seus olhos arregalaram-se. Estariam mortos?
– O que fizeram com ela? – Lensai segurava o homem pelos colarinhos. Sentia o peso dele todo sobre o braço direito. A sua raiva era tanta que o levantara do chão. O braço esquerdo estava dobrado, um pouco atrás da orelha dele, a uma distância razoável. Preparava um gancho de esquerda.
O homem soltou um gemido de dor e medo, quando, ele ameaçou movimentar a mão.
– Ela…E-Ela..Eles….Eles tentaram violá-la. A ideia foi deles.
Lensai olhou então para Rya, escondida, a espreitar, desviou o olhar fazendo os fios de cabelo rubro taparem o seu rosto. E desprendeu o braço, o homem caiu ao chão só com o punho dele.
Os passos fortes de Lensai chegaram perto dela. Evitou o olhá-la. Apenas pegou nela, levando-a no colo até casa.

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Rya tinha-se fechado o dia inteiro no quarto. Não falou com ele. Lensai não fez questão de se dirigir a ela tão pouco. Já tinha feito o suficiente. A boa ação do ano. Não voltaria a ajudá-la. A partir daquele momento, ignorá-la-ia.
Segunda nenhum deles voltou à escola.
Nem terça-feira, nem quarta, nem em nenhum dia dessa semana.
Lensai embebedava-se e levava todas as noites uma rapariga diferente para a cama. E os meses passaram nesse ciclo vicioso.
Sempre que Rya passava por ele, Lensai fingia que não a via, ou então olhava-a frio, muito frio.
A pequena sentia-se cada vez mais perdida. Cada vez mais aflita. Cada vez mais quebrada.
Ele de igual forma tentava concertar-se. Mas a peça que precisava, não a havia descoberto ainda, esse jogo que jogavam, não parecia ter solução. Até que o quebra-cabeças, então, não descoberto pudesse ser feito de um jeito que nenhum deles desconfiava ainda.

Prévia do capítulo 3:

“O tempo passa, as pessoas envelhecem, a felicidade vai, o tempo que passou não volta, as pessoas não voltam a ser novas, a felicidade, porém, retorna sempre através de um pequeno fio vermelho do destino, que, impede que duas almas gémeas cortem o laço de amor que os une eternamente.”

domingo, 8 de junho de 2014

The Perfect Chemistry - Capítulo 1

Pessoal reparei que ainda tenho uns erros no blog, só que este é o meu primeiro então é meio difícil.Vou tentar corrigi-los.
Esta história é bem pequena., tem só três capítulos, mas espero que gostem! :)



Capítulo 1 – Branco
Lensai chegava a casa, encharcado. Punha as chaves na fechadura, envolvido num rock pesado. Desistira de acender um cigarro. Mas a falta de nicotina no corpo estava a tornar-se dolorosa. As mãos tremiam de leve. Fechou-as em punho quando a chave caiu. Bateu fortemente na parede com uma das mãos. Magoando-se nos nós desta.
Ouviu o ranger do portão atrás de si.
Uma menina, baixinha, de olhar perdido aproximou-se dele. Observou atentamente os fios rubros compridos do rapaz, observou aqueles olhos negros, que a fizeram estremecer de medo. Observou o maxilar perfeito, como que, desenhado à mão, mostrando porém um leve acento de rudez.
– Lensai? – Chamava preocupada, observando os nós da mão esquerda dele.
O rapaz franziu as sobrancelhas, os lábios em linha reta.
– O que é que tu queres? – Levantou a cabeça e virou-se encarando-a pela primeira vez. Sentiu uma pontada de arrependimento. Olhou o vestido branco molhado dela, a forma como tremia de frio, a expressão triste. Quando cruzou os seus olhos com os dela, surpreendeu-se. Sentiu uma leve onda de algo, ainda fora do seu entendimento, prolongar-se por todo o seu corpo. Nostalgia? Quando perdera ele aquele olhar?
Não ia pedir desculpa porém. Recompôs-se e abriu a porta. Finalmente. Deixou-a entre aberta. Passaram-se alguns momentos. A chuva cada vez mais forte caía sobre a pequena. Lensai suspirou. Subiu as escadas apressadamente. Desceu depois com duas toalhas brancas, felpudas.
– Como te chamas? – Lensai tentava soar simpático. Ela ergueu o olhar.
– Rya, Rya Tomoko.
– Entra Rya. – Dizia estendendo os braços em direção da entrada. Soava ligeiramente sarcástico.
A pequena correu até à porta arrastando o saco de lona. Lensai deixou cair a toalha branca na sua cabeça.
– Obrigada, Lensai.
O ruivo revirou os olhos, irritado.
– Não penses que sou simpático. – Parou. – Chama-se caridade. – Passou a toalha nos fios rubros, ainda com algumas gotas de água e acrescentou. – Agora, quem diabos és tu?
A menina estava distante. Tentava limpar o cabelo adequadamente, enquanto, limpava o chão, tentando desesperadamente secá-lo. Mas as gotas não paravam de cair do seu cabelo. Lensai irritou-se. Puxou-a pelo pulso, elevando-a. Tirou a sua própria toalha dos ombros e secou-lhe o cabelo. Ela comportava-se como uma criança.
Rya abriu o fecho do saco de lona e tirou um envelope.
– Sra. Covenant, tua mãe, convidou-me a viver nesta casa, contigo, durante o intercâmbio escolar.
Lensai observou-a enraivecido. Notou só então o leve acento coreano, no inglês praticamente perfeito dela. Era mais uma ideia extraordinária da sua mãe para arranjar alguém que o levasse para o “bom caminho”.

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Era de manhã. Sábado, frio, silencioso, pequenos flocos de neve caiam delicadamente sobre os passeios de Inglaterra. Caiando-os lentamente de branco, branco puro. Branco belo, branco fascinante, branco, simplesmente branco.
A morena enfiou as mãos nos bolsos da gabardine. Eram sete da manhã. Lensai estava provavelmente ainda num sono profundo. Rya não tinha muita certeza sobre que tipo de pessoa era ele afinal. Deu uns passos e passou pelo portão. Não parecia ser de modo algum educado e estudioso e muito menos fofo, como todos os seus amigos. Só ainda não desvendara se ele era um adolescente problemático, ou se simplesmente fingia ser um. Havia porém algo indiscutível: ele era diferente.
Rya aconchegou-se na gabardine branca. Tapou os lábios com o cachecol vermelho.
Caminhava pela rua, lentamente. Não sabia o que fazer exatamente. Trazia alguns dólares no bolso. Talvez fosse a algum “pub” ou tomar um chocolate quente num café qualquer.
Semicerrou os olhos. Tinha de ter cuidado. Se fosse muito longe, perder-se-ia. E sabia muito bem que Lensai não a iria procurar. Continuou, porém, a caminhar, envolvida nos seus pensamentos.

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Lensai acordou. O vento forte entrava pela frincha da janela velha. A tinta estalava. O uivo do vento parecia entoar uma espécie de canto, ora muito forte, ora muito delicado. Chegaria a ser belo, se não o tivesse acordado. Levantou-se, o abdómen definido dele era visível na camisola branca.
Desceu as escadas. Os fios rubros estavam emaranhados uns nos outros, ele passava a mão pela cara, tentando espantar o sono. Onde se tinha enfiado aquela miniatura de gente?
Levou um cigarro aos lábios, acendeu-o. Pousou os pés na mesa e ligou a aparelhagem. No máximo.
O tempo passava. Anoiteceu. Já não sabia quantos cigarros tinha fumado, nem quantas vezes se tinha levantado para a ir procurar, desistindo logo a seguir. O que ele estava prestes a fazer? Ir atrás dela?
Mas rápido amanheceu. E ela não voltou.
Foi então, que, o telemóvel tocou.



Prévia do capítulo 2:
“Havia corpos ensanguentados.
– O que fizeram com ela? – Ele segurava o homem pelos colarinhos. Sentia o peso dele todo sobre o braço direito dele. A sua raiva era tanta que o levantara do chão. O braço esquerdo estava dobrado, um pouco atrás da orelha dele, a uma distância razoável. Preparava um gancho de esquerda.
O homem soltou um gemido de dor e medo, quando, ele ameaçou movimentar a mão.
– Ela…E-Ela..Eles….”

sábado, 7 de junho de 2014

The Perfect Chemistry

Sipnose:
“O perfume dele espalhava-se pela casa.
Ela olhava-o, culpava-se, sentia-se uma completa idiota por desejar os lábios dele, por desejar sentir os músculos dele contra o corpo dela, num abraço, simplesmente, parecia pecado…desejá-lo.
Ele parecia não a ver, como se ela fosse uma ilha distante, porém, desejava-a tanto como ela o desejava a ele. Sentia-se um demónio ao querer alguém tão puro, intocável.
Anjo, demónio, bom, mau…Não importava, não havia nada a fazer para o resolver…
Era…A Química Perfeita.”


Prólogo: 
  – Quem é ela? – Perguntou o loiro.
A pequena afastava-se. Os longos cabelos pretos batiam no fundo das suas costas. Tinha os olhos acinzentados, de uma pureza tal que parecia angelical, intocável.
O ruivo soltou o fumo do cigarro. Aquele olhar, aquela pureza, queria-a para ele.

    – Não te atrevas a tocar-lhe. – A expressão do ruivo tornou-se possessiva. Passou a língua pelos lábios. Sentia-se impuro. Mas…Ela tinha de ser dele.

Hello my little girls/boys!


Este blog aqui é algo meio...hum pessoal....Rsss bem...eu vou simplesmente publicar algumas palavras soltas e em breve algumas histórias originais.Isto é meio uma experiência. Talvez em três ou dois dias o elimine, mas bom, diverti-me a criá-lo :D

NOTA: Meu tema principal é Romance.

Deixo-vos aqui algo:

"Ele agarrou-me. Queria rir-me porque na verdade tinha sido uma situação cómica mas pela primeira vez olhei-o olhos nos olhos e tive um arrepio. Ele aproximou-se mais um pouco do meu rosto sem tirar os olhos de mim e num silencioso jogo de palavras, os seus lábios tocaram os meus delicadamente, aquele choque doce, aquele formigueiro nos lábios propagou-se por todo o meu corpo. Aquilo era novo, aquilo era bom. Aquilo era tudo o que desejei.”