Sipnose:
“O
perfume dele espalhava-se pela casa.
Ela
olhava-o, culpava-se, sentia-se uma completa idiota por desejar os lábios dele, por desejar sentir os músculos
dele contra o corpo dela, num abraço, simplesmente, parecia pecado…desejá-lo.
Ele
parecia não a ver, como se ela fosse uma ilha distante, porém, desejava-a tanto
como ela o desejava a ele. Sentia-se um demónio ao querer alguém tão puro,
intocável.
Anjo,
demónio, bom, mau…Não importava, não havia nada a fazer para o resolver…
Era…A Química Perfeita.”
Prólogo:
– Quem é
ela? – Perguntou o loiro.
A pequena afastava-se. Os longos cabelos pretos
batiam no fundo das suas costas. Tinha os olhos acinzentados, de uma pureza tal
que parecia angelical, intocável.
O ruivo soltou o fumo do cigarro. Aquele olhar,
aquela pureza, queria-a para ele.
– Não te
atrevas a tocar-lhe. – A expressão do ruivo tornou-se possessiva. Passou a
língua pelos lábios. Sentia-se impuro. Mas…Ela tinha de ser dele.
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